O ex-jogador de basquete Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. A notícia repercutiu na imprensa estrangeira.
Também conhecido como “Mão Santa”, Schmidt foi um dos principais responsáveis por popularizar o esporte no país e ganhou reconhecimento internacional. Em cinco participações olímpicas, tornou-se o maior cestinha da história dos Jogos.
Schmidt também é considerado um dos melhores jogadores da história e integra o Hall da Fama da Federação Internacional de Basquete e o Hall da Fama da NBA, mesmo sem nunca ter atuado oficialmente na liga americana.
O jornal argentino Clarín disse que Schmidt é uma das maiores lendas do esporte. A reportagem destaca atuações nos Jogos Olímpicos e relembra partidas históricas.
“Com a seleção brasileira, a maior conquista foi a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, onde liderou a vitória por 120 a 115 sobre os Estados Unidos, na primeira derrota da equipe americana em casa nessa competição”, diz.
A agência de notícias Associated Press destacou que Schmidt era conhecido no Brasil como “Mão Santa”. Ainda segundo a reportagem, o atleta se tornou um dos jogadores mais queridos do país.
A AP noticiou ainda que a família afirmou, em comunicado, que Schmidt lutou contra um tumor cerebral por 15 anos “com coragem, dignidade e resiliência […] enquanto permaneceu como um exemplo de determinação, generosidade e amor pela vida”.
O jornal The Washington Post destacou a trajetória internacional de Schmidt e o impacto dele na história do basquete, com marcas que seguem entre as principais dos Jogos Olímpicos.
“Schmidt nunca jogou na NBA, mas é querido no Brasil por priorizar a seleção nacional, disputar cinco Jogos Olímpicos consecutivos e estabelecer marcas de pontuação que permanecem até hoje.”
O texto também relembra o início da carreira, em 1974, e a passagem pelo basquete italiano, onde se tornou ídolo e influenciou jogadores como Kobe Bryant.
O jornal italiano Gazzetta dello Sport relembrou a passagem marcante do atleta pelo país, com atuações de destaque por clubes como Caserta e Pavia.
“Ídolo da Juvecaserta, durante a carreira na Itália alcançou o primeiro lugar na lista de maiores pontuadores do campeonato, sendo depois superado por Antonello Riva, que disputou quase o dobro de partidas do brasileiro.”
A reportagem também menciona uma homenagem recente do Comitê Olímpico Brasileiro ao atleta.
O site Eurosport destacou que Schmidt manteve por anos o recorde mundial de pontos no basquete, superado apenas em 2024 pelo americano LeBron James.
A reportagem também relembra a carreira longa e prolífica, com quase 50 mil pontos somados entre clubes e seleção, além das cinco participações olímpicas entre 1980 e 1996.
A emissora pública espanhola RTVE destacou que Schmidt chegou a deter o recorde mundial de pontos no basquete. A reportagem também relembrou o período em que o atleta atuou fora do Brasil.
Foto: https://g1.globo.com
Fonte: Redação g1 – https://g1.globo.com




