De acordo com os parâmetros do Ministério da Saúde para o LIRAa, índices menores que 1% indicam baixa infestação, entre 1% e 3,9% média infestação, e acima de 3,9% alta infestação. Os bairros com maior predominância de focos foram, respectivamente, Centro, Pedra Azul e Novo Horizonte.
Já os principais tipos de depósitos encontrados foram vasos de plantas, pneus, tambores, latas, recipientes plásticos, bebedouros de animais e lixos diversos, todos considerados passíveis de eliminação dentro das próprias residências.
Segundo o supervisor dos Agentes de Endemias da Vigilância Ambiental, Paulo Henrique Honorato, o resultado acende a preocupação para um possível aumento de casos.
“O índice predial de 3,4 indica que já temos presença significativa do vetor e estamos em um nível de média infestação. Os focos continuam sendo encontrados em recipientes comuns, como vasos de plantas, pneus, tambores e bebedouros de animais. Não são locais de difícil acesso, o que acende o alerta para a necessidade de cuidados mais redobrados. O período chuvoso exige ainda mais atenção”, ressalta.
Com base no levantamento, as equipes de endemias já iniciaram a intensificação das ações nos quarteirões onde foram identificados imóveis positivos, reforçando o trabalho de orientação e eliminação de focos.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância da participação da população no combate ao mosquito, eliminando recipientes que possam acumular água e mantendo quintais e áreas externas sempre limpas, medida fundamental para evitar a proliferação do Aedes aegypti.
De acordo com a Vigilância Epidemiológica, neste ano, até o dia 13 de janeiro, foram registrados quatro casos de dengue em Araxá.
Fonte: Assessoria de Comunicação



