De acordo com o médico da Estratégia de Saúde da Família (ESF) Centro, Dr. Leirston Paulo da Silva, quadros como rinite alérgica, alergias de pele, resfriados, gripes e pneumonias tendem a se tornar mais frequentes, além da piora de condições crônicas, como DPOC e enfisema. “O organismo sofre mais com essas oscilações do clima. O corpo precisa se adaptar rapidamente às mudanças de temperatura, o que acaba favorecendo crises alérgicas, infecções respiratórias e o agravamento de doenças já existentes”, explica.
O médico alerta ainda que o período de calor associado às chuvas contribui para o aumento das arboviroses, como dengue, chikungunya e zika, transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. “Essas condições climáticas favorecem a proliferação do mosquito, o que exige cuidados constantes com os ambientes e atenção aos primeiros sintomas”, ressalta.
Crianças, idosos e pessoas com doenças cardíacas ou pulmonares precisam de cuidados especiais. Segundo o Dr. Leirston, manter boa hidratação, alimentação equilibrada, evitar poeira, mofo e ambientes fechados, além de reduzir o contato com fumaça e cigarro, são medidas simples que ajudam a prevenir complicações. “Hábitos saudáveis, aliados ao cuidado emocional, fortalecem o organismo e reduzem o risco de adoecimento”, destaca.
Em relação aos sintomas, o médico orienta que sinais como tosse, coriza, dor de cabeça, dor no corpo e febre são comuns, mas merecem atenção quando evoluem. “Dificuldade para respirar, respiração acelerada, sonolência excessiva, confusão mental ou, no caso das crianças, choro intenso e dificuldade para se alimentar, são sinais de alerta e exigem avaliação médica imediata”, orienta.
A Prefeitura de Araxá reforça que as unidades de saúde estão preparadas para orientar e atender a população, garantindo cuidado e acompanhamento neste período de maior instabilidade climática.
Fonte: Assessoria de Comunicação





