Durante o encontro, a programação contou com oficinas de fiação, tear manual mineiro, urdição, tecelagem e produção artesanal com algodão. As palestras abordaram temas como design, sustentabilidade, arte, fibras, trajetória da tecelagem e preservação dos conhecimentos transmitidos entre gerações. Também foram apresentadas matérias-primas e formas de produção ainda pouco utilizadas, como fios de seda e variedades de algodão que apresentam coloração natural e dispensam o processo de tingimento.
Para a presidente da FCCB, Madalena Aguiar, a participação permitiu ampliar o contato da equipe com experiências desenvolvidas em outras regiões do país. “Encontros como esse permitem conhecer diferentes formas de trabalhar a tecelagem e avaliar como essas experiências podem contribuir para as atividades realizadas em Araxá. Essa troca fortalece o trabalho da equipe e amplia as possibilidades de atuação do ateliê”, destaca.
A coordenadora do Ateliê de Tecelagem Hermantina Drummond, Patrícia Padovani, ressalta que o encontro possibilitou uma importante troca de experiências com profissionais que atuam na preservação e na renovação da tecelagem manual. “O evento apresentou diferentes caminhos para a tecelagem, unindo tradição, criatividade, design e sustentabilidade. Voltamos com novas referências e ideias que poderão contribuir para o trabalho desenvolvido pelo ateliê e para valorização e preservação dessa técnica tão importante para a nossa cultura”, afirma.





