O público atendido contempla crianças, adolescentes, jovens, pessoas idosas, pessoas com deficiência e famílias em situação de vulnerabilidade social. Entre as 63 atividades desenvolvidas estão oficinas de dança de salão, pilates, balé infantil, zumba, artesanato, crochê, Tai Chi Chuan e Kung Fu, além de ações realizadas em parceria com organizações da sociedade civil e instituições do Sistema S. As atividades fazem parte do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), que atua na prevenção de situações de risco, no combate ao isolamento social e no fortalecimento da convivência comunitária.
De acordo com a coordenadora do Departamento Técnico da Secretaria Municipal de Assistência Social, Pauliana Oliveira, os quatro Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e quatro Núcleos de Convivência e Fortalecimento de Vínculos são distribuídos estrategicamente pelas diferentes regiões da cidade para garantir o acesso democrático aos serviços socioassistenciais.
Ela explica que as ações são planejadas conforme as demandas de cada território. “Contamos com a Vigilância Socioassistencial, que analisa dados e indicadores sociais para identificar o perfil predominante e as principais características de cada região. A partir disso, organizamos as atividades de forma estratégica, priorizando os públicos mais vulneráveis e alinhando as ações à realidade local”, explica.
De acordo com ela, embora atuem de forma integrada, CRAS e Núcleos têm funções distintas. “Enquanto o CRAS realiza o atendimento técnico e o acompanhamento das famílias, os Núcleos executam as atividades de convivência. Ambos são complementares e essenciais para garantir proteção social e promoção da cidadania”, destaca Pauliana.
O acesso aos serviços de proteção social é democrático e pode ocorrer de duas formas; por encaminhamento do CRAS, especialmente nos casos em que a família já está em acompanhamento técnico; ou por procura direta, quando o morador busca espontaneamente o Núcleo de Convivência de sua região para obter informações e realizar a inscrição. “Após o contato inicial, a equipe realiza a orientação necessária e verifica os critérios de participação. Dessa forma, o serviço garante acesso democrático, organizado e alinhado às diretrizes da Política de Assistência Social”, explica.





